GENIPABÚ - NATAL - RN

GENIPABÚ - NATAL - RN
Amar...ninguém tem e nem pode ter pensamento mais sublime. (Dostoiévisk)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Eu sou Rio; Eu sorrio; Eu só... Rio.


Guerras jovens


Mando-lhe uma carta limpa explicando o meu coração.

Não gosto que toquem em minha letra não sendo tua própria mão.

Digo tudo o que eu sinto em algum momento de uma aflição;

Passos de um carioca morando num Rio de pura ilusão.

Muitos aqui me odeiam, são tolos que fingem que não;

Passam por mim e não olham, reconhecem, mas não estendem a mão.

Sinta as palavras amargas de uma revolta do meu coração;

Passos de um carioca morando num Rio de pura ilusão.


As palavras escritas possuem quase a mesma força de palavras que são faladas, porém escritas tornam-se mais evidenciadas. São palavras ditas por jovens que andam desiludidos, mas ainda esperançosos de serem ouvidos. Ficam algumas perguntas. O que está faltando? De que esses jovens precisam? Quem poderá ajudá-los?

Podemos dizer que faltam muitas coisas. Justiça social é uma delas. Exemplo de boa conduta é outra. Educação de bom nível é mais uma. Qualidade de mídia, também. Ideologia pode ser acrescentada. Política séria e construtiva, muito mais. E é óbvio que tudo isso lhes falta e eles precisam. E ainda mais. Precisam de atenção e carinho. Também de repreensão moderada para a construção de caráter. Um pouco disto começa em casa, na forma de criação dada pelos pais.

E agora o cenário muda de figura. Os pais, em grande parte, não desfrutaram dessas necessidades básicas que seus filhos também necessitam. Então, não sabem como lidar com essas questões. Hoje, em que tudo é relativo, e que a frase herdada do século passado é: “isso não tem nada a ver”; os pais perdem a autoridade que dá direção a casa. Porque tanto os pais quanto os filhos precisam de direção. Precisam de infra-estrutura familiar. Não há norteamento. Não há limites impostos aos filhos, porque senão pode parecer uma ditadura, e essa palavra nos causou traumas. O mundo mudou sim, a ditadura caiu (graças a Deus), mas não se pode mudar o conceito de família, de outra forma os pais se perdem, pois, procurando não parecerem ultrapassados, acabam achando tudo normal como algo relativo aos tempos contemporâneos. E assim, os pais passam para os filhos a sensação de que estes são os provedores de todo o bem. Os valores se invertem. Agora os filhos estão seguros que podem e sabem mais.

Vejamos os resultados das crises contemporâneas na vida dos jovens.

Jovens odeiam-se. Matam-se uns aos outros. Brigam por tudo que querem, brigam por quererem brigar. Muitas galeras comandam os bairros, criando fronteiras de sangue, jovens sem fronteiras de paz. Muitas torcidas com brigas e brigas procuram à guerra na vida e viver a vida em guerras. Jovens morrem todo dia (eu sei), jovens morrem todo dia, e são jovens em breves dias. Jovens morrem todo dia (eu sei), jovens morrem todo dia, jovens todos os dias... Jovens todos os dias... Por quê?

Falta o senso de família. Falta família de bom senso. Falta às famílias o temor Àquele quem instituiu as famílias: Deus!

Concluindo, parece-nos faltar uma legítima e real experiência com Deus! E que Deus nos ajude!



3 comentários:

Cadu disse...

Ufa! Bom 2008 pra você,
irmão pequeno.
E quando a fadiga enfim nos livrar da aventura que será 2008,
Irmão pequeno,estaremos tão simples,tão primários,
Que nossos pensamentos serão vastos e completos como o rolar das águas.

Beijo pra você, beijo pra Mônica.
Amo vocês.

Cadu.

Cadu disse...

Partideiro que é partideiro, naõ pode vacilar,
Quando entra no blog tem que versar, tem que versar!
Partideiro que é partideiro, não pode vacilar quando entra na roda não pode ficar de blábláblá.

Clap! clap!
Show de blog!!!!

mauricio disse...

ainda bem que a esperança é fundamentada naquelo que a gente vive.basta cada dia seu mau.um abraço meu amigo e irmao em cristo,seremos sempre cordeirenses